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Seremos completamente eliminados da face da Terra?


Estes dias vi uma foto do planeta Terra com uma tarja escrita: Lotação esgotada!


E lembrei do que tinha lido uns anos atras... do texto Space... the Final Frontier  por João Lourenço *, 2009, site do  IERFH. E várias reflexões me vieram a mente. 

Aqui vai na transcrição uma delas...



Ou a raça humana vai transcender a sua insignificância cósmica e a sua chama vai brilhar pelo universo e a galáxia será adornada com os ramos, as flores e os frutos do que agora é somente semente; ou nós seremos completamente eliminados da face da Terra. Quando se sabe que a primeira possibilidade é real, saber que a segunda também o é, é aterrorizante.

A questão do significado da vida e do nosso papel no cosmos pode ganhar uma resposta caso tomemos as ações certas em direção à singularidade e à conquista do espaço. Caso contrário a vida se torna sem significado algum e nosso papel no cosmos é totalmente irrelevante. Quando olho para o céu estrelado imagino grandes civilizações realizando viagens interplanetárias, computadores do tamanho de planetas simulando milhares de milhares de civilizações infinitamente mais avançadas que a nossa. Diante de toda a frieza e imponência do cosmos consigo vislumbrá-lo preenchido de vida, de diversidade e de sentido. Pensar que todo esse futuro possível pode desaparecer diante de nossos olhos somente por descuido é desolador. De fato estamos boldly going where no man has gone before (audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve).
Que a nossa jornada não acabe de maneira abrupta nas mãos de estúpidas e incontroláveis nanomáquinas.
Termino com a descrição de apoteose dada por Yudkowsky:

A Singularidade guarda a possibilidade de ganhar o Grande Prêmio, a verdadeira Utopia, o melhor de todos os mundos possíveis – não só liberdade da dor e estresse, ou uma rodada estéril de prazeres físicos sem fim, mas o prospecto de um crescimento enfim para cada ser humano – crescimento da mente, da inteligência, força de caráter; uma vida sem limites, sem fim; experienciando tudo aquilo que sonhamos experimentar, nos tornando tudo aquilo que sonhamos ser; não por um bilhão de anos, ou dez elevado a um bilhão de anos, mas para sempre... Ou talvez embarcando juntos numa aventura ainda maior que não podemos nem conceber. Isso é a Apoteose.
Se qualquer utopia, qualquer destino, qualquer final feliz é possível para a espécie humana, ele se encontra na Singularidade.
Não há nenhum mal que eu precise aceitar com a justificativa de que ‘não há nada que se possa fazer a respeito’. Não existe nenhuma criança abusada, nenhum lavrador oprimido, nenhum mendigo passando fome, nenhuma criança viciada em crack, nenhum paciente com câncer, literalmente ninguém que eu não possa olhar diretamente nos olhos. Eu estou trabalhando para salvar a todos, curar o planeta, resolver todos os problemas do mundo.
– Eliezer S. Yudkowsky, The Singularitarian Principles

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